Saiba o que disse o médico sobre o aneurisma que Juliette expôs em entrevista com Pedro Bial.

Em entrevista a Pedro Bial, a vencedora do BBB21 relatou como foi o diagnóstico de aneurisma que recebeu durante um exame de rotina e que acabou não se confirmando depois de uma intervenção médica em São Paulo.

No programa “Conversa com Bial”, que foi ao ar na madrugada desta quarta-feira (9), Julliete Freire falou sobre o suposto aneurisma que havia sido diagnosticado em agosto do ano passado.

A cantora paraibana revelou que os médicos descobriram, em um procedimento cirúrgico realizado meses depois, que não se tratava de um aneurisma, como lhe tinham dito inicialmente, mas de uma outra questão, que Julliete não disse qual era.

O que é um aneurisma?

É uma dilatação anormal de um vaso sanguíneo, uma fragilidade na parede da artéria, a via onde circula o sangue do nosso organismo, que atinge principalmente mulheres por volta dos 50 anos de idade e que fumam. Geralmente, é uma condição causada por algum trauma ou doença vascular, mas pode ter um componente genético importante.

Essa dilatação é como se fosse uma ‘bexiga’ que se forma na parede do vaso sanguíneo e que pode romper e causar um AVC hemorrágico conforme vai aumentando a pressão interna.

O mais comum é que o aneurisma, antes de se romper, seja assintomático, sendo apenas descoberto por acaso ou em exames de rotina. Quando estoura, o sintoma mais comum é uma dor forte de cabeça, podendo apresentar perda de movimentos e confusão mental. Em casos mais graves, a pessoa pode entrar em coma.

Um aneurisma pode desaparecer? 

Como disse a própria Julliete, o problema dela não desapareceu. Na verdade, o aneurisma foi diagnosticado erroneamente e mais tarde foi identificado que era um outro problema, que ela não esclareceu.

Segundo especialistas, quando a pessoa realmente tem um aneurisma, o problema não desaparece: ele pode se romper ou formar um coágulo. No caso da ex-BBB, o médico Feres Chaddad, chefe da neurocirurgia da Beneficência Portuguesa de São Paulo, afirmou que o aneurisma pode ter sido confundido com dobras de artéria ou uma variação anatômica.

A família da paraibana tem histórico da doença: sua irmã Julienne faleceu aos 17 anos de idade,  depois que sofreu um AVC em decorrência de aneurisma, e sua mãe teve um AVC em 2019.

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