Esta mulher casou com um milionário idoso pelo dinheiro. Quando ele morreu o testamento foi uma surpresa

A glamourosa viúva de um rico eremita francês que morreu em um acidente de carro perdeu sua batalha em que reivindicava os milhões do marido. 

A agente imobiliária Sandrine Devillard, que era 25 anos mais nova que Marcel Amphoux, tentou invalidar o testamento escrito no verso de um envelope. 

No documento, que foi aceito pelo tribunal, o ancião deixou seu dinheiro para uma prima mulher, enquanto cabanas que valem centenas de milhares de euros foram concedidas aos inquilinos.

O casamento do velho eremita tinha provocado polêmica na aldeia alpina de Puy-Saint-Pierre, onde os vizinhos nunca aceitaram a noiva e até mesmo o prefeito pediu à polícia que investigasse a mulher. 

O eremita desdentado, que tinha 68 anos quando morreu, morava em uma cabana sem eletricidade ou água corrente. O jornal francês Le Pont escreveu que ele vivia “como um urso”; 

Depois do casamento, ele continuou vivendo nas montanhas e ela continuou dirigindo seus negócios em Paris.

O velho Amphoux conheceu a corretora a Davillard quando se aproximou dele tentando comprar sua terra.

O velho era dono de cinco cabanas que poderiam valer centenas de milhares se fossem convertidas em chalés. Embora ele tenha se recusado a vender, um estranho romance começou entre os dois.

O rico proprietário encontrou seu fim quando um carro conduzido por um amigo de sua esposa se envolveu em um acidente, tendo sido o motorista absolvido de homicídio culposo.

Na época de seu casamento, Devillard disse: “Marcel é um homem da Idade Média, mesmo nos tempos pré-históricos”.

 “Sou uma verdadeiro parisiense. Eu ainda moro lá. Mas eu visito o meu marido sempre que posso, para vê-lo e fazê-lo sorrir”.

O prefeito da aldeia, Jean-Marius Barnéoud, teria até solicitado que a polícia investigasse a improvável união, receando que o velho Amphoux estivesse sendo enganado para se casar com ela.

O casamento foi muito falado e fotografias apareceram em jornais nacionais.

Em tribunal, a mulher, de olho no patrimônio do velho eremita, alegou que tinha sido a vítima de um “abuso da confiança”.

Mas o promotor Raphael Balland decretou: “O testamento está na mão”. E acrescentou: “Para que haja abuso de confiança, também é necessário provar confiança. A evidência não provou isso”. 

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